Contei outro dia pra vocês que aguardo ansiosamente pelas minhas férias, que começam no dia 5 de agosto, né? Daí que descobri que vai ter show da maravilhosa cantora Adele na cidade em que estarei, Los Angeles.
Eu ao saber dessa informação:
Acessei o site do Staples Center, local onde ela vai se apresentar, e vi que estava tudo esgotado. Pensei: "Ah, não deve ser tão absurdo na revenda, já que os preços originais variavam de US$ 39,95 a US$ 149,50."
E esse de quase 150 doletas é o ingresso filé do filé, na cara do gol, pra ser molhado pelas lágrimas quando Adele chorar, sabe?
Eu ao descobrir os verdadeiros preços de revenda:
Você talvez não saiba (eu também não sabia, relaxa), que existem sites especializados em revender ingressos. O SutbHub, o Vivid Seats e vários similares. Creio eu, a gênese da ideia era maravilhosa: oferecer às pessoas que compraram seus bilhetes e não poderão usufruir deles, a chance de repassá-los. Obviamente, hoje a coisa é como um sistema legalizado (e seguro) de cambistas.
Lembra daquele ingresso de 150 dólares dali de cima?
TÁ UM POUCO MAIS CARO, PEOPLE!!!!
É uma diferença de mais de 5300%, minha gente. Ok, vende quem pode, compra quem tem condições, entendo. Mas, pelamordedeus, 8000 dólares????? Veja bem: e não é ingresso com meet and greet, não. É só o do show mesmo.
A coisa fica ainda mais dramática quando a gente converte os 8.000 Obamas para reais: dá cerca de R$ 26.000
Pra deixar claro: a Adele não tem nada a ver com isso, tá? Os preços são de gente que comprou os ingressos bem depressa (eles esgotam depressa!) e quer repassar.
Enfim, resolvi dividir com vocês o meu choque. Com esses preços, eu vou ficar na California dreaming about who we used to be, e olhe lá.
(Cá entre nós, eu tenho fé de que até o dia do show esses preços vão diminuir consideravelmente, porque 8.000 dólares não cabe no bolso nem das pessoas cujo marido tem DOIS empregos. Né, Rochelle?)



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